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O homem sem memória João Madureira

O livro fala de memórias. Daquelas que fazem de nós aquilo que somos, que nos moldam, que nos aprisionam e que para o bem e para o mal são o nosso mundo e a nossa vida.

Nele, o que sobressai é sem dúvida o estilo da escrita. Aparentemente simples, no entanto intenso, com momentos hilariantes e outros de profundo pesar, embora estes últimos surjam disfarçados de fina ironia.

É, sem sombra de dúvida, um espaço de ficção onde cada leitor vai por certo encontrar um ou outro momento que por si poderia ter sido vivido.

Não há uma tese, mas a existir seria de como as ideias, ou as ideologias, se cruzam, se misturam, se confundem e nos confundem.

Com a sua leitura a mente do leitor ficará certamente repleta de imagens memoráveis: uma revolução e mais outra, um seminário, muita propaganda (agitprop) e cerveja, uma mãe lutadora e sofredora, um superpai paciente, uma caçada ao javali, mais prisões, uma escola de pioneiros e de como aprenderam a redigir e outras brincadeiras de crianças, estas últimas dos escuteiros mirins.

Os acontecimentos sucedem-se em cascata, mas de forma calma, proporcionando tempo para a reflexão de quem lê.

Como fio condutor da narrativa temos a procura de alguma verdade, de algum entendimento sobre as coisas e sobre as relações humanas, residindo o seu leitmotiv no sentimento que sobressai da ligação entre as personagens principais e da sua ação… o amor. Uma palavra tão ridicularizada e minimizada quase sempre à relação entre homem e mulher e que aqui aparece com toda a sua extensão e esplendor: terno, sempre intenso, ao mesmo tempo tolerante e intolerante, justiceiro, lutador, abrasador.

20,00 

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O livro fala de memórias. Daquelas que fazem de nós aquilo que somos, que nos moldam, que nos aprisionam e que para o bem e para o mal são o nosso mundo e a nossa vida.

Nele, o que sobressai é sem dúvida o estilo da escrita. Aparentemente simples, no entanto intenso, com momentos hilariantes e outros de profundo pesar, embora estes últimos surjam disfarçados de fina ironia.

É, sem sombra de dúvida, um espaço de ficção onde cada leitor vai por certo encontrar um ou outro momento que por si poderia ter sido vivido.

Não há uma tese, mas a existir seria de como as ideias, ou as ideologias, se cruzam, se misturam, se confundem e nos confundem.

Com a sua leitura a mente do leitor ficará certamente repleta de imagens memoráveis: uma revolução e mais outra, um seminário, muita propaganda (agitprop) e cerveja, uma mãe lutadora e sofredora, um superpai paciente, uma caçada ao javali, mais prisões, uma escola de pioneiros e de como aprenderam a redigir e outras brincadeiras de crianças, estas últimas dos escuteiros mirins.

Os acontecimentos sucedem-se em cascata, mas de forma calma, proporcionando tempo para a reflexão de quem lê.

Como fio condutor da narrativa temos a procura de alguma verdade, de algum entendimento sobre as coisas e sobre as relações humanas, residindo o seu leitmotiv no sentimento que sobressai da ligação entre as personagens principais e da sua ação… o amor. Uma palavra tão ridicularizada e minimizada quase sempre à relação entre homem e mulher e que aqui aparece com toda a sua extensão e esplendor: terno, sempre intenso, ao mesmo tempo tolerante e intolerante, justiceiro, lutador, abrasador…

Título

O homem sem memória

Colección

Dr. Alveiros

Autor João Madureira
Nº de páxinas

467

Formato

153x230mm

ISBN

978-84-16121-83-0

Prezo

20€