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Galegos do Douro na obra de João Araújo Correia Hercília Agarez (organizadora)

O Alto Douro Vinhateiro, celebrado desde há sécu-los pelos seus vinhos generosos, é uma paisagem monumental, resultado de um esforço gigan-tesco dos homens para domar a natureza hostil. Num território encravado entre montanhas, foi preciso trabalhar os solos pobres e pedregosas das encostas íngremes para os transformar em patamares de vinha, erguer milhares de quiló-metros de muros de xisto para amparar a terra e tratar das videiras, continuamente, em condições difíceis, dada a aridez e o rigor do clima, com Verões secos e escaldantes, que espalhavam febres palustres…

[…] Ao longo dos séculos XVIII e XIX tornou-se contínua a participação de galegos nos trabalhos mais duros da viticultura do Douro. Ainda hoje, é corrente usar a expressão «trabalhar como um galego», quandose quer falar de trabalho penoso. Chegavam todos os anos, como avesde arribação, em bandos ou «empreitas», oferecendo os seus serviços pelas quintas.

Em finais do século XIX, a epopeia da reconstrução do vinhedo durien-se, que havia sido totalmente devastado pela filoxera desde os anos sessenta, foi protagonizada, em grande parte, por galegos.

Gaspar Martins Pereira

É dessa participação que João de Araújo Correia nos fala nas crónicas e contos que nos deixou.

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O Alto Douro Vinhateiro, celebrado desde há sécu-los pelos seus vinhos generosos, é uma paisagem monumental, resultado de um esforço gigan-tesco dos homens para domar a natureza hostil. Num território encravado entre montanhas, foi preciso trabalhar os solos pobres e pedregosas das encostas íngremes para os transformar em patamares de vinha, erguer milhares de quiló-metros de muros de xisto para amparar a terra e tratar das videiras, continuamente, em condições difíceis, dada a aridez e o rigor do clima, com Verões secos e escaldantes, que espalhavam febres palustres…

[…] Ao longo dos séculos XVIII e XIX tornou-se contínua a participação de galegos nos trabalhos mais duros da viticultura do Douro. Ainda hoje, é corrente usar a expressão «trabalhar como um galego», quandose quer falar de trabalho penoso. Chegavam todos os anos, como avesde arribação, em bandos ou «empreitas», oferecendo os seus serviços pelas quintas.

Em finais do século XIX, a epopeia da reconstrução do vinhedo durien-se, que havia sido totalmente devastado pela filoxera desde os anos sessenta, foi protagonizada, em grande parte, por galegos.

Gaspar Martins Pereira

É dessa participação que João de Araújo Correia nos fala nas crónicas e contos que nos deixou.

Título

Galegos do Douro na obra de João Araújo Correia

Colección

Dr. Alveiros

Autor Hercília Agarez (organizadora)
Nº de páxinas

80

Formato

133x210mm

ISBN

9788416121618

Prezo

10€